Manoel Martins precisou ter sangue frio no início da semana. Primeiro foi Walcyr Carrasco, livre dos capítulos de Morde & Assopra, que bateu à porta do diretor artístico da Globo para reclamar formalmente da guerra aberta que Aguinaldo Silva tem feito com seu nome via redes sociais. Carrasco chegou bravo, mas Martins, sábio, soube conduzir a conversa e tudo ficou bem resolvido entre as partes e lhe deu total autonomia na produção de “Gabriela”, a novela das 23 horas de 2012. Nos bastidores, comenta-se que essa foi a resposta de Walcyr a Aguinaldo que já declarou há algum tempo o desejo de reescrever a história de Jorge Amado. Carrasco correu para apresentar o projeto à Globo antes e ficou com a empreitada.
E o diretor Rogério Gomes, diretor da próxima trama de Elizabeth Jhin, depois de perder Rodrigo Lombardi para a novela de Glória Perez foi reclamar que perdeu Nathália Dill , praticamente confirmada com ele, que preferiu seguir o chamado de Ricardo Waddington e Amora Mautner para um papel de destaque em “Avenida Brasil”, próxima novela das 21 horas, de João Emanoel Carneiro.
A Globo que não ouse fazer uma festa de confraternização com seu casting. Vai ter muita gente se estranhando.
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